Segundo Oscar Wilde a vida imita a arte muito
mais do que a arte imita a vida. Mas seria isto verdade?
Tão antigas como a arte, as nossas
experiências em querer entender a origem do processos sociais já nos levou a
exaustivas pesquisas, na maioria das vezes sem uma resposta definitiva.
De onde vem a inspiração? Será que a arte
nasce da espiritualidade? Como encontrar a relação absoluta entre a realidade e
a representação para quem contempla o espetáculo?
O que acontece conosco quando entramos no jogo dos intricados significados da arte? O que é verdade e o que é ficção?
Talvez uma das principais barreiras na
solução desta pergunta reside no fato de não estarmos mais conectados com o
saber do espírito. Noticiários, relatórios, levantamentos, volumes de textos
técnicos ocupa o nosso tempo e, tudo o que passa da linha mecanicista passamos
a entender apenas como ficção.
Perdemos efetivamente a capacidade de medir
com a intuição a verdade do que nos é apresentado? Talvez a resposta venha através
da vivencia de cada homem e mulher que se matem fazedores da vida e da arte.
No
seminário sobre Políticas Públicas para Mulheres em Parelhas vivenciamos um
momento especial com o Grupo de Teatro Iluminart do Centro de Atenção
Psicossocial, que nós questionou, representando a vida e as condições de vida
na sociedade contemporânea. O que em vários momentos parecia à própria vida era
a arte nós revelando ela mesma.
Ainda
assim, muitas outras histórias permaneceram na memória da humanidade, ponderam sempre
representadas em uma ou outra obra de arte, seja em que campo for.
O grupo Iluminart apresentou o 3º Ato - Um Grito de Liberdade, sobre a coordenação e direção de Salma Meira de Souza Psicóloga do CAPS.
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